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© Maarten Janssen, 2014-

PSCR0067

[1504]. Carta de Leão Sardinha para o seu criado, Bastião.

Author(s)

Leão Sardinha      

Addressee(s)

Bastião                        

Summary

O autor dá diversas instruções a um seu criado.
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bastyam não me pesa do vagar de tua yda q tudo faz por mylhor digo-te q se heste portador hamenhã sesta fra xxii de junho chegar ha ti e te der estas cartas q lhe des hum tostam pola dylygemcya q lhe rogei q pusese pa saberes ho q as de fazer e se não chegar quomo dygo não lhe des nada.

it pareçe q ho recado q levaste q heste portador dyxe q hamtonyo mẽdez deve ja de ser hydo quötigo a bolho v hesa deshordem e se não foy pode ir e hordenar quomo se vão pa ho porto se quygerẽ e quer va quer não não me da nada.

it avysarteas q hum so reall dygas q levas nẽ lho des himda q hestem hem cerco e dyze hamtonyo mẽdez q lhe não hescrevo porq não he neçesaryo hescrev lhe mais q remeto ho caso a seu juizoo

it hirteas quõ heste homẽ a bolho e o maço de cartas de frco d amarall dey la hẽ quỹbra hou ho leva de manrra q mo as de dar asy carado na mynha mãoo sẽ se v nẽ abryr a qdaria nese se der

it se se querẽ hir ao porto vay quõ helles e logo e faze tudo o q te mandey e se joane se quer vir trazeo quomo te dizer e se não fyquese mto hembora e do porto traze e faze tudo ho q te dei e se não fores ao porto não tragas se porẽ mais q o da mulla alyado e caregai d alhos e fydelos mto hembora não te tomẽ has bestas

it outra vez te avyso q lhe não des hum çeitill e se forẽ ao porto q os leves e se não tornate quomo acyma dygo hõde çevada for barata qõpa pa e

it se fores a bolho hapartate quõ joane e dalhe juramẽto q não descubra nẽ a sua molher nẽ a nĩgem quousa q lhe dygas e dyze lhe q desatino foy hir ao porto e tornar sua molher q se a ellrei mãdava lla q bem sabia o q fazya e q bom fora q lhe lembrarão camtos avysos lhe seu tyo dava q todos hyam de a quẽ helle mais dohya q seu tyo e q em todo caso trabalhe por deixar sua molher a dona ysabell e se venha logo e se o não quoger fazer q se fyque pa neiçyo e q castige dygo himsyne sua molher q não tenha despejos de freyra e que não seja ofiçyall de camtar q chore mta herama e porẽ q histo q seja dyto quomo omẽ e amtr eles bemções e não doudamẽte quomo sey q helle faz e q tenha sofrymto hem casa alhea q hesa he a hombrydade e camdo hestyv ca sua q pode pỹgar e fazer todos hos desatynos do mũdo e q houlhe mto bem sua homra e q não fyhe sua molher de nỹgem camto mais querella deixar quomo fazya q quõ a molher e quõ ha borsa dyzem hos lavradores não bullyr porq ho homẽ a de s mto quõfyado e muy descõfiando e mto reçeoso no caso da molher camto mais querella deyxar q he muy pouca hõbrydade e pa mylhor s dypois do juramẽto dalhe a ler hese capytollo o somẽte hou lho lle tu muy hescõdido de toda pa e debaixo do juramẽto e todavya as cartas que levaste dygo ho maço fro d amarall tornou a trazer no des heu fiquo doudo e sẽ cõselho de tamanho deshatyno quomo foy tornar manuell de vascõcelos hesa molher e não ca deyxar a sua irmã hou nehum modo do mũdo se venhão ca hamtes dyze a joane q dysymulle e a ponha sua irmã e se venha se não q busque sua vyda q não cure de mỹ nẽ tem pay nẽ mai nẽ nẽgem senão seus petytes

it hesa carta q hesta vay da ha tua molher dona cretystyna q he de tua senhora e não se habram nẽ des a houtra se muito dyscreto sabe tudo o q lla pasa falla mto pouco hesta atẽto e nota o q te dyxerẽ não descrubras nada do noso de tudo te avyso mto ds seja todos oge quỹta fra xxy de junho de J b iiiy anos

leam sardynha

Legenda:

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